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Poesias Inéditas - Poemas dos Dois Exílios - Doura o dia. Silente, o vento dura
Doura o dia. Silente, o vento dura
Doura o dia. Silente, o vento dura.
Verde as árvores, mole a terra escura,
Onde flores, vazia a álea e os bancos.
No pinal erva cresce nos barrancos.
Nuvens vagas no pérfido horizonte.
O moinho longínquo no ermo monte.
Eu alma, que contempla tudo isto,
Nada conhece e tudo reconhece.
Nestas sombras de me sentir existo,
E é falsa a teia que tecer me tece.
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segunda-feira, setembro 28, 2009 - 16:53
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