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coisas sem sentido
Rio… rio eu… mergulho em ti…
És meu.
Esta tua corrente,
Me empurra para a frente…
Lua cheia, sorriu para ti, brinco de ouro reluz para mim…
Banco frio de metal,
Olho para ti, sento-me…
Sinto-me mal.
Árvore postiça, sol apagado,
Viro numa esquina, tudo apertado…
Canas dançam, vento dança…
Dançamos… uma dança de loucura inebriante!
Cavalo galopa, relincha à beira-mar
Onda escondida abraça o mar…
Candeeiro reluzente apagado,
Enfeitiças docemente tudo que está ao lado…
Ruína, ruína de ponte, ruína em tudo…
Sucata, reciclagem… Areia suja, preta, quente e fria…
Casa abandonada, sou eu e tu… mais nada.
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