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CRISE
De onde o tempo retira a vida
Da qual a vítima vence
Reconhecida é derrotada
Ignorada triunfante
É a crise dos novos velhos envelhecendo os jovens
O fim do ciclo de ser no ínicio de permanecer
É vício! A crise dos sonos idos e noites semi-eternas
Delírio! Ilusões revertidas em existência
Não tenho o sabor de quem eu beijo
Eu já não beijo
Nunca beijei
Relevo relevos e declínios declaro
Escrevo o som
Descrevo-me
Só
E sou exatamente a proximidade dessas linhas
Ninguém guardado num alguém
Nem pele outra é minha capa
Abra a carta e tenha-me por inteiro
Sou o amante derradeiro posto a arrancar-te da angústia
Parece que estou a seguir-te
Vá por mim, não te desvies
Desvio-me indo pelos teus pés
Vou apressado em agarrar-te
Rasgo-nos, morro!
Crise
Conheço
Ignoro
Desiludido
Vivo
Permaneço
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Poesia :
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Comentários
Re: CRISE
"Não tenho o sabor de quem eu beijo
Eu já não beijo
Nunca beijei"
"Desvio-me indo pelos teus pés
Vou apressado em agarrar-te
Rasgo-nos, morro!"
Sempre fortes as imagens q deixas, sempre intensos os versos q trazes!
Ler-te é sempre um despertar, um agitar...
Beijinho grande em ti, Robson!
Inês
Re: CRISE
Lindo e significativo poema!
Deverasmente, gostei!
Parabéns.
Um abraço,
Roberto
Re: CRISE
Lindo , triste e forte .
Muito bom !!!
Beijos
Susan