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Classifico por toda a parte o género de coisas miúdinhas capazes de entreter o nosso mundo durante toda uma vida. Destaco a importância dos detalhes servidos em prato frio, cuspidos sobre forma de resto e que ninguém lhes liga de qualquer forma. 
Ser o trabalho invisível e obra do que nâo se pode provar. Solução mais fraca na linha ténue de quem não se importa.

E de tudo o que existe , em quantidades medonhas sobre forma de ser em massa, serve-se à propagação da diferença. Expressões baseadas em cada história e no culminar das decisões discretas. Habituação e conformidade. Angariação da segurança eterna e na finalização rematada dos pecados.

As leis do estar e a falsa libertinagem  numa sistematização imposta. Aposta sobre as forças de cada um. E um todo prestes a rebentar de julgamentos e falsas verdades. Ansiar a possibilidade de um género de falácia mentais, objectivar todo o nosso empreedorismo conformado num projecto aos nomes. Aos nomes de guerra, todos os que passam por esta terra. 

Ser a ambição falhada de uma criança e o retrocesso do futuro. Ser a culpa imposta em cadeia. Perdoar os nossos erros, orar os nossos. E um amen a tudo o deixámos pronto, limpo e um sorriso esgaçado por todas as contas pagas e gastos que emanam o nosso sucesso.

Condicionamento das oportunidades. Condenação das nossas escolhas na escola da indiferença. Rasto perdido da criança que já levou com a sua sentença. 

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sábado, setembro 6, 2014 - 11:02

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Anaamorim

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