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A leveza do nada
A leveza do nada
No meio do nada,
Em gritantes pavores,
Murando o raciocínio
Que não sabe o que pensar,
Encontra-se o desejo
De me auto-flagelar.
Na vontade de me sangrar,
Rubra e penosa expiação,
Acenando-me a salvação
Numa mensagem encriptada,
Encontra-se meu consolo.
Vazio, por não ser nada,
Procuro na cadência das palavras
Pálidas, serenas e caladas,
A grandiloquência consumada.
Abraço
Marco Dias
Submited by
sábado, julho 18, 2009 - 19:25
Poesia :
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Comentários
Re: A leveza do nada
Excelente
:-)
Re: A leveza do nada
Muito agradecido.
Bjs Keila
Re: A leveza do nada
Poema que reflecte o sofrimento do poeta que só o sangue consola...e as palavras
Adorei :-)
Bjs
IC
Re: A leveza do nada
Na vontade de me sangrar,
Rubra e penosa expiação,
Acenando-me a salvação
Numa mensagem encriptada,
Encontra-se meu consolo.
Fantástico!!!
:pint:
Re: A leveza do nada
O prazer foi todo meu... e o de quem lê...
Abraço
Re: A leveza do nada
Marcio Dias!
Vazio, por não ser nada,
Procuro na cadência das palavras
Pálidas, serenas e caladas,
A grandiloquência consumada.
Valeu!
MaqrneDulinski
Re: A leveza do nada
O ser adulterado tenta lavar a mácula com o próprio sangue...
Ainda não o conhecia por estas bandas... bem vindo se for o caso de ser novo na casa.