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Morte
Morte
Morte certa será um dia hei-de partir, pois é o destino assim traçado que nos aguarda a morte vir buscar. Morte interna aquela que mais cedo pode acontecer, pois para o mundo muitas vezes morremos por dentro. Morte certa esta que por dentro deve a mim suceder, sem te ter aqui perto de mim, pois somos os dois um único sere. Morte esta que me invadiu, após a tua partida sem sentido que me fez esta morte por dentro acontecer. Morte serena, aos poucos e poucos devora o meu interior, me consome no mais intímo do meu sere, me envolve numa imensa profundidade, que me faz embravecer. Morte esta que me percorre por inteiro, me faz parar no tempo, para não mais querer voltar a viver. Morte que me trouxeste com a tua partida repentina, que contigo levaste o sangue do meu sangue que não mais dela eu saber. Sangue do meu sangue, frágil sere nascido do nosso amor, que contigo partiu para longe e me fez por dentro morrer. Morte esta que me deixa aqui estendido neste lar vazio, sem eu ouvir o seu chorar. Morte que me deixaste de presente sem sequer convosco o último NATAL passar. Levaste contigo o nosso mais bem querer, e no meu interior a morte deixaste. Morte que me envolve dia após dia, me faz tanto o vosso nome gritar. Esta morte que não mais sentido me deixa querer viver. Morte intensa, me aperta o corpo, me suga os ossos deixando vazio o meu sere. Morte esta que me vem buscar e me leva consigo num adeus a este mundo.
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