CONCURSOS:

Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia?  Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.

 

Nesso

Nas margens do rio Euenos, ele apareceu,
Centauro Nesso, na floresta, um ser que se moveu.
Metade homem, metade cavalo,
Majestoso em sua forma,
Um ser mítico, de força e graça que a todos encantou no tempo.

Com corpo de equino e mente de humano,
Nesso era um ser único, com um destino insano.
Ele conhecia segredos das águas e das matas,
Um guardião das selvas,
Das veredas e das cascatas.

Mas Nesso também guardava em seu peito ardente,
Um amor proibido que o consumia incessantemente.
Pois a bela Dejanira, com olhos de lua e sol,
Roubou seu coração,
Deixando-o em um amor sem controle.

Ele tentou seduzi-la,
Com palavras e gestos ardentes,
Mas Dejanira resistiu,
Protegendo seu amor verdadeiro e inocente.
Nesso, desesperado, tramou um plano ardiloso,
Que selou seu destino e o da donzela gentil.

Com um manto envenenado, ele enganou a amada,
E a Dejanira inocente, encurralada,
Ficou enfeitiçada.
Mas Hércules, o herói valente,
Não deixou passar em vão,
A traição do centauro, e partiu para a ação.

Em uma batalha feroz,
Hércules venceu o traidor,
Mas Nesso, em sua vingança, causou dor e terror.
Seu veneno ardente se espalhou pelo corpo do herói,
E assim, o centauro Nesso
Teve seu destino derradeiro trágico.

Nas lendas e mitos, ele permanece imortal,
O centauro Nesso, ser complexo e tão fatal.
Um símbolo de paixões proibidas e traições,
Em seu nome, lembramos das lições das gerações.

Poema: Odair José, Poeta Cacerense

Obs. Nesso. Mitologia Grega. Centauro que, tendo querido raptar Dejanira, mulher de Hércules, foi por este ferido com uma flecha envenenada pelo sangue da Hidra de Lerna. Antes de morrer, Nesso deu sua túnica a Dejanira como um talismã que deveria restituir-lhe o marido se ele se tornasse infiel. Hércules, quando a vestiu, sentiu dores tão violentas que, desesperado, atirou-se numa pira no monte Etra, deixando-se consumir pelo fogo.

www.odairpoetacacerense.blogspot.com

Submited by

domingo, outubro 8, 2023 - 18:29

Poesia :

No votes yet

Odairjsilva

imagem de Odairjsilva
Offline
Título: Membro
Última vez online: há 1 dia 22 horas
Membro desde: 04/07/2009
Conteúdos:
Pontos: 22180

Comentários

imagem de Odairjsilva

Visitem os

imagem de Odairjsilva

Visitem os

imagem de Odairjsilva

Visitem os

imagem de Odairjsilva

Visitem os

imagem de Odairjsilva

Visitem os

Add comment

Se logue para poder enviar comentários

other contents of Odairjsilva

Tópico Título Respostas Views Last Postícone de ordenação Língua
Poesia/Amor Seus Olhos 1 7.902 06/05/2009 - 19:14 Português
Poesia/Geral Mudança 0 7.554 05/27/2009 - 17:19 Português
Poesia/Tristeza Noite 1 6.928 05/26/2009 - 19:32 Português
Poesia/Desilusão Ponto Final 1 10.352 05/24/2009 - 00:57 Português
Poesia/Tristeza Falta de você 1 13.482 05/20/2009 - 13:37 Português
Poesia/Amor Tal qual um peregrino 1 8.234 05/15/2009 - 22:20 Português
Poesia/Tristeza Deserto 3 13.322 05/14/2009 - 09:53 Português
Poesia/Aforismo Coração Sólido 1 8.741 05/05/2009 - 13:24 Português
Poesia/Amor Incertezas 1 7.562 04/30/2009 - 19:35 Português
Poesia/Geral Regresso 1 6.612 04/30/2009 - 00:34 Português
Poesia/Amor Razão de amar 2 6.915 04/28/2009 - 18:36 Português
Poesia/Amor O Grito 1 4.718 04/23/2009 - 00:35 Português