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O COLETOR DE RUÍNAS
21
No meu tempo
diz o velho
as coisas eram diferentes
diferentes os tempos
não as coisas: a visão
inverte o sentido
e as coisas
recuperam o viço
da adolescência
no meu tempo
pensa o velho
não haviam respostas.
(Pedro Du Bois, O COLETOR DE RUÍNAS)
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quinta-feira, janeiro 21, 2010 - 21:14
Poesia :
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Comentários
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
É um mundo em eterna mudança.
Obrigada pelo poema.
Carla
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
Obrigado e parabéns Pedro, pelo bonito e sentido poema,
onde o velho, senhor de grande sabedoria...
Um abraço
Melo
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
Caro Ângelo,
eu é que agradeço pela sua leitura. Abraços, Pedro.
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
Caro Coletor (tênue)
Parabéns pelo pequeno-grande poema...
(levita-yerudiktus)
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
Caro levita-yerudiktus, agradeço pela sua leitura e companhia. abraços e bom final de semana. Pedro.
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
mesmo assim no meu tempo tudo era diferente. Actualmente o desenvolvimento das novas tecnologias evadem toda a gente de qualquer geração, por isso gosto muito de guardar e coleccionar as coisas antigas, nem que sejam apenas recordar modos de ver a vida diferente...hoje em dia há solução para tudo face à competitividade.
Bonita reflexão baseada nos outros tempos.
Um abraço :-)
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
Grato, Manuela, pela sua leitura: na verdade, apesar de toda a parafernália, somos apenas - e tão somente - nossas reflexões (ou nem isso). Abraços, Pedro.
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
LINDO POEMA, GOSTEI!
DEIXOU-ME MUITO A MEDITAR!
Meus parabéns,
Marne
Re: O COLETOR DE RUÍNAS
Grato, Marne. Sua leitura é muito importante para mim. Abraços, Pedro.