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SENTI-TE
Esta noite senti-te.
Senti o calor do teu corpo
Colado ao meu
Num abraço apertado.
Senti-te carente,
Ansiosa,
Pronta para te entregares,
E possuir-me, também,
Na volúpia do prazer,
Aquele prazer
Que o teu corpo de mulher madura exige
E há muito não tem.
Esta noite senti-te.
Senti a tua alma,
Inquieta e sofrida,
Dorida,
Procurando em mim
Um pouco de paz,
Aquela paz de que necessitas,
E que nunca encontraste.
Esta noite, senti-te.
Senti-te mulher,
Carente,
Desesperada e perdida
Em busca de amor.
O amor que um dia
Te prometeram, quando
Vestida de branco,
E com o coração em festa,
Te ajoelhaste aos pés do altar.
Um amor que nunca te deram.
Esta noite, senti-te.
Senti o teu coração,
Alvoroçado,
Encostado ao meu peito.
Senti o teu corpo tremer de desejo
Em cima de mim.
Senti uma mulher
Ansiosa por me revelar os mistérios
Que o seu corpo encerra.
Desejosa de mergulhar num mar de ternura.
Esta noite eu quis ser o sol escaldante
Para aquecer o teu corpo.
O luar brilhante
Para te iluminar a alma.
O amante perfeito,
Para te fazer vibrar.
O céu estrelado
Para te por a sonhar.
Esta noite senti-te,
E sei que tu me sentiste também.
Foi uma noite perfeita.
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Comentários
Re: SENTI-TE
LINDO POEMA, GOSTEI MUITO!
TU A SENTISTE E ELA TE SENTIU, COROANDO UM RELACIONAMENTO AMOROSO, QUE EM AMBOS NÃO TEM FIM, É UM PRAZER DOSADO, SENTIDO!
Meus parabéns,
MarneDulinski
Re: SENTI-TE
Uma poema com uma sensualidade inteligente e um desenrolar que permite aos leitores, ou pelo menos a mim, visualizar tudo como uma curta-metragem, com início, meio e fim. É uma poema bem construído e eu gostei, pronto ;-)