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Romeu e Julieta- Sinopse

Romeo and Juliet
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Citação
«{Q}ue é Montecchio? ? Não será mão, nem pé, nem braço ou rosto, nem parte alguma que pertença ao corpo. Sê outro nome. Que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume. Assim Romeu, se não tivesse o nome de Romeu, conservara a tão preciosa perfeição que dele é sem esse título. Romeu, risca teu nome, e, em troca dele, que não é parte alguma de ti mesmo, fica comigo inteira. »

(Julieta, Ato II, Cena II)

Romeu e Julieta (The Most Excellent and Lamentable Tragedy of Romeo and Juliet, no original) é a primeira tragédia de William Shakespeare sobre dois adolescentes completamente apaixonados, cuja a "morte inoportuna" de ambos acaba unindo a família dos dois, que antes eram rivais. É seguramente uma das maiores obras da dramaturgia mundial. Fora traduzida para vários idiomas. Há centenas de adaptações teatrais e cinematográficas da obra(entre os mais populares são os dirigidos por Zeffirelli e Luhrmann). Inúmeras são também as inspirações musicais sobre este drama (sem reminiscência e balé de Tchaikovsky e Prokofiev e o famoso musical West Side Story).

A vida dos dois protagonistas foi assunto de destaque na época e durou séculos. Ainda hoje, o romance dramático de Romeu e Julieta possui um valor completamente simbólico, como se divergesse o tipo do amor perfeito, aquele que suporta os preconceitos e os atritos. O drama shakespeariano nasceu clássico e aqueles que entram em contato com este clássico, logo compreendem uma direta amorosa do sentimento amoroso tão admirável e poético.

Trama

Citação
«{D}uas casas, iguais em dignidade – na formosa Verona vos dirão – reativaram antiga inimizade, manchando mãos fraternas sangue irmão. Do fatal seio desses dois rivais um par nasceu de amantes desditosos, que em sua sepultura o ódio dos pais depuseram, na morte venturosos. Os lances desse amor fadado à morte e a obstinação dos pais sempre exaltados que teve fim naquela triste sorte em duas horas vereis representados. Se emprestardes a tudo ouvido atento, supriremos as faltas a contento. »

(Coro, Prólogo)

Logo após o coro, o Ato I é iniciado com uma rua de Verona, do qual os Montecchio estão confrontando-se com os Capuletos. A briga é interompida por Escalo, príncipe de Verona, que declara morte aos chefes de ambas as famílias, caso eles não terminem com essa luta e, em seguida, dispersa a multidão. Mais tarde, Páris, um jovem nobre, pede em casamento ao Sr. Capuleto a sua filha de quatorze anos, Julieta. O Sr. Capuleto o convida a uma festa que haverá naquela noite, do qual ele terá a oportunidade de atrair a atenção de Julieta.

Enquanto isso, Benvólio, sobrinho do Sr. Montecchio, conversa com seu primo Romeu. Ele descobre que seu primo anda triste e apaixonado por uma garota chamada Rosaline. Após a grande insistência de Benvólio e de seu outro amigo Mercúcio, Romeu decide assistir a festa de máscaras na casa dos Capuletos, na esperança de encontrar-se com Rosaline. Romeu assiste a festa como planejado, até se apaixonar por Julieta. Julieta apaixona-se completamente por ele também. Os dois trocam pequenas palavras. Romeu, arriscando sua vida, permanece no jardim dos Capuletos após o término da festa, e na famosa cena do terraço, os dois declaram o amor que um sente pelo outro e decidem-se ficarem juntos em segredo. No dia seguinte, o Frei Lourenço decide casá-los, para também promover a paz entre ambas as famílias.

No entanto, algo perigoso acontece: Tebaldo, primo de Julieta, de temperamento desafiador, reúne Romeu e tenta provocá-lo para um duelo de espadas. Romeu recusa-se, mas Mercúcio aceita em seu lugar. Depois de um pequeno confronto, Mercúcio morre e Romeu, furioso com a morte do amigo, confronta-se com Tebaldo; este morre. Benvólio então grita para Romeu fugir e este o faz desesperadamente. O príncipe declara punição à Romeu. Deixa-o viver, embora resolva por final bani-lo para sempre de Verona. A essa altura Julieta recebe a notícia dos acontecimentos e mantém-se completamente apaixonada pelo marido. A ama de Julieta, uma carinhosa mulher, conversa com ela e nestes diálogos fica claro o amor de Julieta por Romeu.
Citação
«{P}oderei falar mal de meu marido? Ah! meu pobre senhor, que língua pode teu nome acariciar, se eu, há três horas apenas, tua esposa, o mutilei? Mas por que deste a morte, miserável, a meu primo? É que o primo miserável teria dado a morte a meu marido. Voltai, lágrimas tolas, para vossa fonte de origem; à tristeza são devidas as gotas tributárias que por engano ofereceis ao riso. Vivo está meu esposo, que Tebaldo desejava matar; morto, Tebaldo, que teria matado meu marido. Isso consola. Então, por que chorar? Mas há uma palavra pior ainda que a morte de Tebaldo e que me mata. Desejara esquecê-la; mas, oh dor! pesa-me na memória: "Assassinado foi Tebaldo e Romeu se acha banido!" Essa palavra só, esse "banido", matou dez mil Tebaldos. Essa morte de Tebaldo já fora dor bastante, se terminasse aí. Ou, ainda mesmo que a dor amarga amasse a companhia, e acompanhada se fizesse sempre de outras desgraças, por que causa, quando ela disse: "Tebaldo está sem vida", não se seguiu, também: "teu pai foi morto", ou "tua mãe", ou ambos, sim, que fora razão de sobra para as ordinárias lamentações? Mas vindo a retaguarda da morte de Tebaldo com este título: "Romeu banido foi", não há limite, medida, fim, nem termo para a morte dessa palavra. Tudo está sem norte. »

(Julieta, Ato III Cena II)

Julieta pede à ama que entregue à Romeu um anel, como prova de seus sinceros sentimentos. E, mesmo que seja arriscado, dá o recado de que Romeu precisa vir encontrar-se com ela às noites. Ao receber o anel, Romeu diz sentir seu coração mais fortalecido. De fato, Romeu e Julieta passam a noite apaixonadamente juntos.
Citação
«{T}odas estas dores nos servirão ainda unicamente para doces deixar nossos colóquios, Julieta. »

(Romeu, Ato III, Cena V)

Romeu parte para Mântua. Os Senhores Capuletos resolvem casar Julieta com o Conde Páris. O desespero de Julieta faz com que ela se encontre com o Frei Lourenço e ele resolve ajudá-la. Diz para aceitar o casamento apenas para despistar os pais. Julieta recebe um frasco de elixir para simular uma suposta morte. Tomando o conteúdo do frasco, sua família acreditaria em sua morte, o casamento com Páris não aconteceria e o Frei Lourenço, através de uma carta, falaria com Romeu para que ele voltasse. Dessa forma, os dois poderiam ficar juntos e até provavelmente fugir em segredo.
Citação
«arranja-me uma dracma de veneno, mas droga tão violenta que tão veloz se espalhe pelas veias, que a pessoa cansada desta vida, bebendo-a, caia morta, e que do corpo o fôlego se aparte tão depressa como pólvora acesa, ao desprender-se do fatal ventre do canhão medonho.»

(Romeu, Ato V, Cena I)

O que seria um plano perfeito transforma-se em uma sucessão de tragédias: a carta acaba sendo extraviada. Romeu, recebendo a notícia da morte da amada, angustia-se e compra um veneno para suicidar-se também. O jovem volta à Verona e toma o remédio diante do corpo de sua amada, morrendo junto a ela.

Quando Julieta acorda, o horror torna-se ainda maior. Seu desespero é grande e igual ao de quando Romeu pensou que ela estivesse realmente morta e, com o intuito de morrer ao seu lado, procure alguma gota de veneno em seus lábios. Sem saíde, as mãos de Julieta apoderam-se de um punhal na bainha de Romeu e ela apunhala-se, caindo junto ao corpo dele.
Citação
«{S}ê bem-vindo, punhal! Tua bainha é aqui. Repousa ai bem quieto e deixa-me morrer!»

(Julieta, Ato V, Cena III)

As famílias Montecchios e Capuleto perdoam-se mutuamente logo após a descoberta do relacionamento amoroso e trágico de seus filhos, e a paz é mantida em nome do amor de Romeu e Julieta.

Principe:Uma paz triste a manhã traz consigo;
O sol, de luto, nem quer levantar.
Alguns terão perdão, outros castigo;
De tudo isso há muito o que falar.
Mais triste história nunca aconteceu
Que esta, de Julieta e Romeu.
Romeu e Julieta, Ato V Cena III

Relações dos atos:

* Ato I : Inicia-se num diálogo entre Sansão e Gregório, criados da família Capuleto e termina num diálogo entre Julieta e sua ama. O Ato I mostra o confronto entre a família Capuleto e a família Montecchio, a suposta paixão de Romeu com Rosalina e o amor repentino de Julieta por Romeu. Embora saibam que a suas famílias são rivais, o mais importante para cada um dos dois é o sentimento. As conversas de Julieta com sua ama fazem com que ela demonstre seus sentimentos por Romeu.

* Ato II: Inicia com Romeu saltando para dentro do jardim dos Capuletos. Ele encontra-se com Julieta no terraço e, na clássica cena, os dois juram amor um pelo outro. Termina com Frei Lourenço, Julieta e Romeu juntos, preparados para o casamento.

* Ato III: Tebaldo intervém no casamento. Mercúcio morre e Romeu é atacado pela cólera, assassinando Tebaldo. Ainda na Cena I, a família Montecchio e Capuleto discutem perante o príncipe quanto á morte de Mercúcio e Tebaldo. Os Montecchio alegam que Romeu assassinou Tebaldo apenas porque este feriu Mercúcio antes. Os Capuleto ignoram e dizem que Romeu merece morrer. O príncipe decide tirar o direito de Romeu voltar à Verona. Julieta termina sabendo de tudo e encontra-se com Romeu. Este parte logo de manhã e promete vê-la novamente.

* Ato IV: Os Capuleto apressam o casamento de Julieta com Páris. Frei Lourenço a ajuda e sugere que ela tome um elixir e finja-se de morta, pois enviará uma carta à Romeu dizendo para ele retornar e fugir junto com ela.

* Ato V: A carta é extraviada e Romeu pensa que Julieta suicidou-se. Ele encontra um boticário e encomenda um veneno. Retornando, Romeu encontra-se com Páris e o enfrenta, derrotando-o. Romeu vai ao encontro do corpo de Julieta e bebe o veneno, morrendo subitamente. Julieta acorda e, desesperada, suicida-se com um punhal que estava presente na bainha de Romeu. A família de ambos, antes rivais, juntam-se para o perdão.

A inspiração para Romeu e Julieta:

Ao contrário do que se acredita, a trama de Romeu e Julieta não foi inventada por William Shakespeare. Na verdade, a peça é a dramatização do poema narrativo de Arthur Brooke: "A Trágica História de Romeu e Julieta" (The Tragicall History of Romeus and Juliet), de 1562. Shakespeare seguiu o poema de Brooke de forma relativamente próxima, mas enriqueceu sua textura adicionando detalhes tanto nos personagens principais quanto secundários, como com Mercutio.

O poema de Brooke também não era original. Em última análise, ele deriva de uma história de 1476, de Masuccio Salernitano, Mariotto e Gianozza, em Il Novelino. Luigi da Porto deu a forma moderna em Istoria novellamente ritrovatta di due Nobili Amanti, dando o nome de Roemeu e Julieta (Romeus e Giulietta) aos personagens principais e mudando a história original de Siena para Verona. Matteo Bandello adaptou a história para incluí-la em Novelle, de 2005. O poema de Brooke é derivado do texto de Bandello.

De modo geral a história de amantes com destino trágico tem paralelos com muitos contos similares em diferentes culturas, incluindo Tristão e Isolda, Pyramus e Thisbe e outros. Essa história trágica é uma adaptação da história de Brooke.

Contexto histórico:

Itália e Inglaterra em 1500

No período onde o drama é ambientado, A Itália não existia ainda como um Estado unitário e seus municípios foram divididos, em guerra entre si e com os Estados Papal. Verona e Veneza, em particular no século XVI foram um "espinho" no lado da Igreja Católica. No Reino da Inglaterra, por outro lado, durante o período em que o drama foi composto, reinou Elizabeth I, com todos os soberanos britânicos após Henrique VIII (pai de Elizabeth),

Elizabeth, após o cisma consumido por seu pai, foi tomar um catecismo diferente da católica (Livro de Oração Comum), permitindo a tradução inglesa das sagradas escrituras. Em 1588, a rainha, após o tribunal, recusou insistentes catolicismos de Filipe II, da Espanha, derrotada, o cúmplice instável do clima Atlântico, a Invencível Armada enviada pelo rei para conquistar a ilha. Se a vitória sancionava a superioridade marítima da Inglaterra desdobrando o caminho para as Américas, mas lançou contra Elizabeth a ira de todos os soberanos católicos, espalhados, principalmente, em Londres, um clima de medo, formou-se da intriga da corte, espiões, não aliviados pela discreta presença de uma comunidade De dramaturgos italianos.

O estilo gótico inglês moveu os primeiros passos do teatro elisabetano. Este período designa uma grande gama de dramaturgos competentes, entre eles, Shakespeare. O obscuro e o fantasioso estava em moda. Macbeth, tragédia shakesperiana, figura bem esse período, dos quais muitos personagens são bruxos e magos. A cena em que Julieta suicida-se com o punhal (Ato V, Cena III), também figura esse estilo.

A primeira apresentação:

Representada seguramente antes de 1597, considera-se que o trabalho tenha sido encenado primeiramente pelos The King's Men. A companhia recitou Richard Burbage e Shakespeare. Os estudos históricos alegam que Burbage pode ter sido o primeiro ator a interpretar Romeu, com a jovem Robert Goffe no papel de Julieta. O palco para essa primeira apresentação seria sem dúvida alguma o Globe Theatre. Naquela época, a ausência de efeitos especiais fazia com que a tarefa de ator fosse muito mais colaborativa e muito mais expressiva. Foi trabalhado com luz natural, e o público assistia a apresentação num pátio descoberto.

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terça-feira, outubro 14, 2008 - 18:00

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Re: Romeu e Julieta- Sinopse

" Boa noite! Boa noite! A despedida é tão doce tristeza que continuarei a dizer "boa noite" até que seja manhã".

Uma das mais belas citações de " Romeu e Julieta"

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