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CONDENADO

Sou um condenado!
Numa palavra:
Homem!
Homem de deitar fora.
Sem demora.
Porque a idade tem asas e batem depressa.

Sou o excesso!
Outra palavra:
Velho!
Um velho de outro século.
Trémulo.
Porque a idade não conhece a espera.

Sou a descrença!
Mais uma palavra:
Morte!
Uma morte anunciada para breve.
Em greve.
Porque por fora de mim espera uma lápide.

O vento também homem e velho não gosta de cemitérios.
Voei com ele e vi de cima o verdadeiro rosto da idade.
A idade de uma cama com lençóis de esperança
a secar no estendal da juventude.

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quarta-feira, março 3, 2010 - 00:26

Ministério da Poesia :

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JOSEFVICENTE

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