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Dor Silenciosa
Por mais que crie em mim um escudo de protecção tu sempre o consegues partir e por conseguinte magoar-me. Não precisas de palavras para tal, simplesmente te são necessárias acções, elementares e ingénuas. E eu assim fico, derrotado, caído no chão, sem defesa contra ti.
Feres-me e talvez nem te apercebas. Mas o que queres de mim afinal? Se não sou eu quem tu queres, se não sou eu quem amas, então rejeita-me de uma vez por todas. Afasta-te de mim, pois eu não sou capaz. Não sou capaz de repelir a tua presença. O tempo já avançou o suficiente para a confusão desaparecer. Mas não desaparece. Essa maldita confusão que não tem forma de sumir e tanto me faz sofrer, tanto me entristece. Mas ninguém nota. No disfarce da felicidade sofro a dor, silenciosa, da tristeza. Mas ninguém nota. Esperei. Chorei. Sofri. Silenciosa e ocultamente.
Hoje percebi que o amor não é só um campo de rosas. Se muitos o criticam, com razão o fazem. Hoje percebi a mágoa do “amar”. Mágoa. Pesar. Lágrimas. Dor. Dor que tanto é descrita em palavras roubadas pelo tempo. Mas nem as palavras possuem a arte para fazer enxergar a dor que o amor não correspondido acompanha. Dor essa, profunda e quase eterna, que só quem sente é que a pode perceber. Hoje percebi que o Amor não é só um campo de rosas. É também um campo de espinhos. Campo no qual quando se entra é impossível ficar ileso. Sem defesas, sem mapa, nesse campo encontrei um tesouro. TU. Um tesouro que encontrei, um tesouro que não posso ter.
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