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Ressuscite para mim meia noite santa

Houve aí o seu temível imolar

Temos de alguma forma reinventar o inferno
Na imagem deitada ao flerte

Fotografias roubam estampas e o real

Diamante lapidado perde-se na mais profunda areia movediça
Entregue a voz que não ama
No gesto que mata com perdão

Árvore em coro aos arvorecéus exoram um nome

Queixo empenado longe da fala
Que infelizmente perdeu seu único sorriso

Amor deixado ao incêndio da desventura
No náufrago em tormento a céu aberto negro obscuro atlântico
Nos postigos corrediços em trilhos de cortinas

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terça-feira, dezembro 15, 2009 - 20:48

Ministério da Poesia :

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Alcantra

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