A MUTILAÇÃO

A mutilação
Dá-se nas salas acéticas

De órgãos genitais
Misturando-se com
A acetona

E membros
Reproduzindo-se nos defeitos
Dos azulejos

A Cidade II (O Sujeito)

Jorge Humberto

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Sábado, Marzo 31, 2012 - 13:20

Poesia :

Su voto: Nada (2 votos)

Jorge Humberto

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Comentarios

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Olá minha querida, Simone,

Olá minha querida, Simone,

não tem nada de ofensivo ou de obscuro, o que encerra meu poema, mas a crua realidade (essa sim ofensiva), do Membro (o poder corrompido e instituido), instrumentalizar cada vez mais o Sujeito (nós o Povo), manipulando-lhe a vontade, o discernimento e incutindo-lhe a loucura, empurrando-o para hospitais psiquiátricos, para que vegete sedado (com o que daí advém) e não aja: esse o seu propósito. Algo cada vez mais frequente e que eu acompanho. O cenário de meu poema é o que descrevo acima, acentuando a loucura, levada aos extremos - à mutilação do individuo. Espero não ser mal interpretado.

Beijinhos mil
Jorge Humberto

Imagen de Henricabilio

Mutilações - ora forçadas,

Mutilações
- ora forçadas,
ora procuradas,
ora...

Um abraç0o!

_Abilio.

Imagen de Jorge Humberto

Olá meu querido amigo, poeta, Abilio,

Olá meu querido amigo, poeta, Abilio,

não tenho podido vir ao meu PC, preocupações cá em casa.
As mutilações são diárias, por uma sociedade doente,
em confronto com a cidade aglutinadora. Levam-nos a sanidade.

Agradeço por sempre me comentares, sinto-me honrado.

Um grande abraço meu
Jorge Humberto

Imagen de unapoetisa

Meu amigo...

Estas palavras merecem que tu poeta, enquanto em vida, possa nos honrar com tua mais preciosa interpretação...sabes...aos leitores...como sempre...geram mil e uma considerações interrogativas...exclamativas...interpretativas...rs

Bjs

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