PERTO DE NADA …

Cenários de dor,

silêncios da cor da noite.

Açoite desvairado,

amassado pão de lágrimas.

Chão amolgado por fado descontente.

Impulso frio.

Precipício batente no vazio.

Beiras que do alto das vertigens se derretem

ante fogueiras de saudade.

Trincheiras em vão escavadas.

Escadas rolantes,

degraus em mecha de escuros predominantes.

Gritos baixinhos no olhar,

gemidos estridentes lá no fundo do pensar.

Planalto deserto,

onde o sentir se afoga em sedes de lugar incerto.

Perto de nada!
.
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Viernes, Febrero 1, 2013 - 00:32

Poesia :

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Henrique

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