APALPOS INTERMITENTES

Na puberdade do tempo vai hoje hilário,

pintado de quase verdade em meia-realidade,

anacrónicos pilares de especulação inteira

sobre verdes lugares à beira-rio

de infinitos nadares,

interferências

nos radares dos sentidos que sentem,

escuridões iluminadas o suficiente

para nos cegar todos os olhares,

apalpos intermitentes

que nos assaltam as vistas com gentes

que não estão lá.
.
.
Henrique Fernandes

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Martes, Febrero 10, 2015 - 21:50

Poesia :

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