Poesias Inéditas - O ruído vário da rua

O ruído vário da rua

O ruído vário da rua
Passa alto por mim que sigo.
Vejo: cada coisa é sua.
Oiço: cada som é consigo.

Sou como a praia a que invade
Um mar que torna a descer.
Ah, nisto tudo a verdade
É só eu ter que morrer.

Depois de eu cessar, o ruído.
Não, não ajusto nada
Ao meu conceito perdido
Como uma flor na estrada.

Fonte: http://www.secrel.com.br/jpoesia/fpesso.html

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Lunes, Septiembre 28, 2009 - 15:32

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