Laços

[homenagem ao meu irmão, Marcos
Por ocasião de seu aniversário em 22 de junho]

É, meu amigo...
Quando a vida nos der "oi" por cortesia,
Poderemos romper com o mar e a maresia,
A gente vai ver a tristeza, a alegria
Confluindo e revirando como peças dessa vida.

É, meu amigo...
O que farei quando o mundo quiser dar um tapa em minha cara
E eu disser que a coisa toda 'tá errada?
Sem que haja nem comida nem tostão?
E quando meu despejo for pr'a porta do furgão?

Quando alguém ousar me derrotar
E matar a minha vida simplesmente com o olhar
Por ti eu chamarei pelo sonar,
Telepático, empático sonhar.

Admiro tua sede por triunfo.
Aprendo com teu jeito de ver o dom, o mundo
Ao som das notas do violino como trunfo.

Com tua dança de honestidade,
Conquista o mundo, cria uma cidade.
Vive pela breve eternidade
Criada por ti, por teu olhar...

Os laços entre irmãos serão eternos,
E jogamos sempre assim de ser adultos e eternos.
Seja em tua Inglaterra ou no breu do teu castelo
Aprendo com tua luz a ser humano, a ser sincero.

Ler o futuro supera as marcas do passado
Que eu marco velejando,
Que eu vejo do meu Barco...

Sei que ler o futuro supera as marcas do passado
Que eu vejo velejando
Que eu marco do meu Barco...

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Lunes, Febrero 21, 2011 - 02:25

Poesia :

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Caio Vinícius Reginaldo de Souza

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