ARTIGO: A FOME E A MISÉRIA
Dos flagelos sociais reinantes no mundo atual, o pior deles é a fome. Há quem consiga sobreviver sem tudo, menos sem alimento. Um ser humano pode suportar muitos dias sem comer, porém um dia ele sucumbirá. O alimento é para o nosso organismo, o que a fé é para o nosso espírito. Se não tivermos fé, o espírito perece.
No Brasil, país rico em solos, recursos hídricos e diversidade climática, há fome. É triste caminharmos nas regiões pobres do nosso país. Pessoas idosas doentes, inválidas, muitas vezes já em conseqüência da desnutrição. Mulheres esquálidas vestidas em farrapos, cuidando de vários filhos, sem condições sociais nenhuma. Crianças desnutridas, seres inocentes doentes e excluídos do mundo encantado dos brinquedos e da infância.
Passar numa região miserável do Brasil, observando aquelas casas construídas com varas, barro e piso de chão batido; aquelas pessoas vivendo num mundo inóspito, sem os confortos do mundo atual, como meios de comunicação, lazer e alimentos, seria um bom exercício mental para alguns brasileiros capitalistas, orgulhosos e individualistas.
É revoltante observarmos esse cenário nesse Brasil Rico-Pobre. E mais revoltante ainda, é sabermos que tudo isso é culpa de uma minoria: Políticos desonestos, mafiosos e oportunistas, empresários escravisadores e ambiciosos, proprietários de grandes patrimônios que só pensam em si próprios. Essa é a grande fábrica da miséria e do flagelo social da nossa nação. A chaga cancerosa do grande sobre o pequeno. O abismo insondável que separa dois mundos.
É triste fazer comentários sobre tais fatos. É triste, também, saber que deixaremos de existir, convivendo ainda com esse quadro.
“Mas de todas essas tristezas, a mais triste é sabermos que morrem crianças de fome no Brasil.”
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