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Ao silêncio resta o entendimento
Sempra há o momento de entender,
o momento de se ver onde está
o que de real está onde deve estar.
A insônia me traz o prazer da busca,
a insônia me tira o prazer do sono.
Durante a noite que demora a passar,
ouço o Corsário quebrar o gelo do mar,
ouço o silêncio da distância e da solidão partir,
ouço o coração tropical partir esse gelo e
roserais partindo o ar.
O silêncio me dá o entedimento de mim,
me dá o que não entendo e procuro.
O silêncio nos traz vozes e melodias,
antecede o amanhecer musical,
enlouquece quando se demora junto com a noite.
Resta tentar equilibrá-lo na balança da razão.
As mensagens em garrafas por todo mar ainda estão lá,
à espera de uma leitura e de uma resposta.
As mensagens do silêncio das cordas vocais.
Ao silêncio resta apenas calar-se e ouvir
as palavras do toque, o tato do som.
Ao silêncio resta o entedimento de sua própria existência.
Existir e imperar, e causar dor como só.
A Espanha que há em Nova Granada,
a música ainda não quer ir de mim.
O silêncio produz sensações bipolares
em quem já é normal.
Agora eu ouço o vilolão de João Bosco cantar,
e as manchas desse silêncio estão a acabar.
Agora eu ouço meu coração tropical
procurar...E partir o gelo pra te encontrar.
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Ministério da Poesia :
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