CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Tanto eu, como o mar em frente…
Tanto eu como o mar em frente,
Enlouquecido e bruto, torná-mo-nos cactos ,
Flores mortas, hortos de pouca água, logo
Eu sou sem ser, a colher e a castrada fé
Tanto de mim, como do mar em frente,
Embriaga-mo-nos de erros fatais ,
Não sabendo serem frutos, vegetais
Colhidos ou cardeais do juízo perdido,
Tanto eu como o mar em frente,
Lamenta-mo-nos às páginas-tantas,
De quando havia rosas e o movimento
Dos astros em fúria ,se fazia compreender
Por um leigo desenhando amores-perfeitos,
Tanto eu como o mar em frente,
Encetámos uma marcha lenta,
Tendo ambos por virtude, a esperança-boa
E que o movimento dos astros,
Nos leve a um bom porto, doutro mar
Pensado, doutra nação que não esta,
Que castra meu coração outrora salgado
E ind’agora são, tanto eu como o mar
Que mora em frente…
Jorge Santos (20/06/2015)
http://joel-matos.blogspot.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 6438 leituras
Add comment
other contents of Joel
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Prosas/Contos | Batel | 0 | 6.911 | 12/21/2010 - 22:53 | Português | |
| Prosas/Contos | Horus | 0 | 5.922 | 12/21/2010 - 22:52 | Português | |
| Prosas/Fábula | Núria's Ring | 0 | 7.603 | 12/21/2010 - 22:50 | Português | |
| Poesia/Geral | Há-de vento | 0 | 6.934 | 12/21/2010 - 11:21 | Português | |
| Poesia/Geral | Altos | 0 | 8.016 | 12/21/2010 - 11:12 | Português | |
| Poesia/Geral | Flores Indizíveis | 1 | 4.339 | 12/18/2010 - 22:47 | Português | |
| Poesia/Geral | Samarkand | 1 | 6.043 | 12/17/2010 - 19:32 | Português | |
| Poesia/Geral | Bebe da minha Alma | 2 | 4.458 | 12/17/2010 - 01:11 | Português | |
| Poesia/Geral | solidão | 0 | 5.773 | 12/17/2010 - 00:18 | Português | |
| Poesia/Geral | Ela ia e Ele vinha | 0 | 7.118 | 12/17/2010 - 00:17 | Português | |
| Poesia/Geral | O templo | 0 | 5.272 | 12/17/2010 - 00:15 | Português | |
| Poesia/Geral | Tear | 0 | 6.034 | 12/16/2010 - 23:00 | Português | |
| Poesia/Geral | sei o Motivo | 0 | 8.034 | 12/16/2010 - 22:59 | Português | |
| Poesia/Geral | Elegia ao Silêncio | 0 | 6.551 | 12/16/2010 - 22:58 | Português | |
| Poesia/Geral | A margem de Ti | 0 | 6.041 | 12/16/2010 - 22:57 | Português | |
| Poesia/Geral | farol | 0 | 5.842 | 12/16/2010 - 22:55 | Português | |
| Poesia/Geral | Na Pressa de Chegar | 0 | 9.180 | 12/16/2010 - 22:54 | Português | |
| Poesia/Geral | Frases Partidas | 0 | 5.746 | 12/16/2010 - 22:53 | Português | |
| Poesia/Geral | No cair do Medo | 0 | 5.727 | 12/16/2010 - 22:52 | Português | |
| Poesia/Geral | Falta de definição | 0 | 4.468 | 12/16/2010 - 22:50 | Português | |
| Poesia/Intervenção | Voto em Branco | 0 | 5.593 | 12/16/2010 - 22:49 | Português | |
| Poesia/Geral | Quem Sonhou o Amor | 0 | 5.612 | 12/16/2010 - 22:47 | Português | |
| Poesia/Geral | O fim dos tempos | 0 | 3.620 | 12/16/2010 - 22:45 | Português | |
| Poesia/Geral | Cordéis ,Seis | 0 | 4.981 | 12/16/2010 - 22:40 | Português | |
| Poesia/Geral | Palavras Meias | 0 | 4.264 | 12/16/2010 - 22:30 | Português |






Comentários
.
.
.
.
.
.
.
.
Tanto eu como o mar em
Tanto eu como o mar em frente,
Lamenta-mo-nos às páginas-tantas,
De quando havia rosas e o movimento
Dos astros em fúria ,se fazia compreender
Tanto eu como o mar em
Tanto eu como o mar em frente,
Lamenta-mo-nos às páginas-tantas,
De quando havia rosas e o movimento
Dos astros em fúria ,se fazia compreender
Tanto eu como o mar em
Tanto eu como o mar em frente,
Lamenta-mo-nos às páginas-tantas,
De quando havia rosas e o movimento
Dos astros em fúria ,se fazia compreender
Tanto eu como o mar em
Tanto eu como o mar em frente,
Lamenta-mo-nos às páginas-tantas,
De quando havia rosas e o movimento
Dos astros em fúria ,se fazia compreender
Tanto eu como o mar em
Tanto eu como o mar em frente,
Lamenta-mo-nos às páginas-tantas,
De quando havia rosas e o movimento
Dos astros em fúria ,se fazia compreender
noutro lugar bem longe
E que o movimento dos astros,
Nos leve a um bom porto, doutro mar
Pensado,