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Ampulheta do tempo
Escorre inclemente
Grão por grão,
No espaço-tempo,
De uma existência.
Qual dormente
De vagão em vagão
Passam os trens, no templo,
Do planeta substância.
AjAraújo, o poeta humanista.
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sexta-feira, julho 23, 2010 - 13:11
Poesia :
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Qual dormente De vagão em
Qual dormente
De vagão em vagão
Passam os trens, no templo,
Do planeta substância.