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Ao pesadelo de existir
Era alta noite, altos os receios; só, meio a negação,
E a todo o vazio em meu seio, ao silêncio mutilado
Por um barulho, dizimado. Rastejante... Sepultado.
Uma serpente... Disse "Não, jus em minha direção..."
Sorrateira e traiçoeira ao se enrolar em meu pescoço,
Puro desgosto... Pedi aos céus a própria morte-
O sangue frio, envenenado, Minha maldita má sorte;
Em abraço sutil, me fez tremer até o osso.
Desgosto... Ao ver, finalmente era o meu fim,
Pensava- Mas não, ela não me envenenava,
Simplesmente me olhava, admirada; isso, sim!
Acordo e logo me cobro, pelo tudo que sonhava.
Jus com cobra. Não podia ser um rato...
E no impasse, meu estrago. Pensei "Morro ou mato?!"
Enrolada em minha cama... Ela ainda estava ali.
Indignado com a trama... Eu me cobri e fui dormir...
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Poesia :
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Comentários
Re: Ao pesadelo de existir
RobertoDiniz!
Ao pesadelo de existir
E no impasse, meu estrago. Pensei "Morro ou mato?!"
Enrolada em minha cama... Ela ainda estava ali.
Indignado com a trama... Eu me cobri e fui dormir...
Goste, lindo bela rima, e bom fecho!
MarneDulinski
Re: Ao pesadelo de existir
e sempre gratificante ler teus poemas.
Re: Ao pesadelo de existir
Roberto,
Muito bom! Goste muito de ler o que escreves!
Parabéns! :-)