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Ciclo sem fim da Vida
A margem é do rio não tem bainha
a praia é do mar não deves te distraír,
o passeio é de quem o está a calcar,
o por do sol é de quem o captou,
o pinheiro nasce de uma pinha
que a mãe teve de deixar caír
para a nova prole poder brotar
na terra que a caruma já amansou.
Cai a chuva miúda sobre a jovem vinha
penso que está novamente a sorrir,
hoje não vou precisar de a regar,
posso ter sido quem mais a amou
mas está verde, viçosa e linda,
não falta quem sonha sem me pedir
poder ser aquele que vai provar
as belas uvas que nunca regou.
O pão tem a dose de farinha
que o padeiro não tem de medir,
a água teima em ir e depois voltar,
sem medir as saudades que deixou,
o tempo mantém uma linha
que é fina para quem tem de partir
e é grossa para quem está a chegar,
volta a fiar a velha roca que o fiou.
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