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PELOS ARBUSTOS DA ALMA
O infinito é uma cabra que não pára de saltar,
de pico em pico pelos penhascos do tempo.
O tempo é uma corrente que não pára de jorrar,
de leito em leito até fozes desconhecidas
das vozes do vento.
O vento é um ombro ouvinte
que não pára de ralhar às árvores do silêncio,
de esquina em esquina pelos arbustos da alma.
A alma é uma centelha
de utopia que não pára de realizar o corpo,
de cor em cor a pintar o arco-íris do olhar.
O olhar é um palco
de teatros tamanhos que não pára de trovar,
de lágrima em lágrima a lavar os ranhos
do ar do pensamento.
O pensamento é um parasita
que não pára de chuchar a natureza aos sentimentos,
de ser em ser acontecer a dois no amor.
O amor sou eu
que não pára de pousar em ninguém,
de tecla em tecla no piano da vida a caçar os saltos
dessa cabra do infinito.
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