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Vera cruz, não é cruzcantismo?.
Do tempo que nos resta
A vida nos constenta, em contexto
A espada ou a maçã
Dividem ideias em dois
Com a sinueta templária
Arquiteto minha batalha
De cada proesa
Aos dragões asas de beleza
E aos guerreiros coragem e firmeza
Cachoreira que desliza a ladeira
Traz em si de uma bela visão, a paz
E a força de um grande golpe destruidor
Imposto pela ordem da natureza
Como o dividido coração de incerteza
Que os gueirreiros levão em sua pureza
Firme a um segundo
O grande pensamento
De um golpe certeiro
Sem a escolha de errar
Ou de ter segunda chance
Acertar ou se dividir a mãça
E a pura habilidade a sua mão
Em grande tenacidade a sua leveza
Corta o ar junto com o seu ideal
Em apenas um segundo
Faz unico o seu toque a espada
E pela vida toda o sentimento
De um guerreiro templário.
Sempre é uma duvida a vida o seu segundo pensado ou em sua ação, pricipalmente a um guerreiro, na grande duvida de ser ou não ser fazer ou não fazer sempre é a questão que esta em seu coração ate na mais pura ideia.....
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Comentários
Re: Vera cruz, não é cruzcantismo?.
Beleza de poema, gostei muito!
Corta o ar junto com o seu ideal
Em apenas um segundo
Faz unico o seu toque a espada
E pela vida toda o sentimento
De um guerreiro templário.
Meus parabéns,
MarneDulinski
Re: Vera cruz, não é cruzcantismo?.
Belo poema.
Gostei.
Um abraço
REF
Re: Vera cruz, não é cruzcantismo?.
A lança é dada ao cavaleiro para representar-lhe a verdade, porque verdade é coisa direita e não se torce.
Anita