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Saga de Amor II
Na angustiante sensação de abandono, amassei todas as pétalas de rosas que havia sobre a mesa, sem perder a lucidez, tomei apenas uma das taças de vinho, entregando-me ao sentimento de perda, esvaindo a última gota de esperança, solucei como um bebê depois de muito chorar.
Naquela noite risquei você do meu coração, mas não cheguei a apagá-lo, ato bobo, antes tivesse apagando, assim não correria o risco de ver a esperança brotar outra vez.
Passaram se os dias, meses, e no dia em que já havia esquecido a dor, o descaso, numa noite qualquer, ao abrir meus e-mails, fui surpreendida com o teu olá, bem estampado na minha tela, você veio cheio de papo, até chegar ao pedido de desculpas, aceitei sem muita emoção; mesmo sem eu pedir uma prova, veio a promessa daquela noite se realizar. Será que devo novamente cultivar o tempo, e me congelar nos grandes e perversos ponteiros do seu relógio.
Naquela noite risquei você do meu coração, mas não cheguei a apagá-lo, ato bobo, antes tivesse apagando, assim não correria o risco de ver a esperança brotar outra vez.
Passaram se os dias, meses, e no dia em que já havia esquecido a dor, o descaso, numa noite qualquer, ao abrir meus e-mails, fui surpreendida com o teu olá, bem estampado na minha tela, você veio cheio de papo, até chegar ao pedido de desculpas, aceitei sem muita emoção; mesmo sem eu pedir uma prova, veio a promessa daquela noite se realizar. Será que devo novamente cultivar o tempo, e me congelar nos grandes e perversos ponteiros do seu relógio.
Amantes, quem os perdoará?
Elizaete Ribeiro
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terça-feira, dezembro 10, 2013 - 11:29
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