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A violência silênciosa
A violência silenciosa.
As marcas trazia-as na alma,
tatuagens marcadas com a lamina da dor e do desespero,
O olhar triste, mãos trémulas corpo sem vitalidade eram as testemunhas das feridas que lhe sangravam na dor de viver.
O gosto pela vida perdera-o há muito, num tempo em que ainda acreditava que a felicidade poderia ainda estar por detrás da porta.
Vivera a vida sob o jugo das ofensas e das humilhações.
Tantas vezes ouvira que não tinha valor, que de tanto ouvir acreditava mesmo que era inútil
Ninguém compreendia este seu estado de apatia, porque há muito aprendera a calar a dor que trazia no coração.
Perdera a esperança, a alegria, a luz que lhe iluminava o olhar de criança. Vivia os dias com o luto vestido no rosto, já nada tinha importância. Só lhe restava uma única vontade. A de morrer.
Joana era uma mulher marcada pela violência silenciosa. aquela que não marca o corpo, mas mata os sonhos, as ilusões, a vontade de viver.
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Comentários
Re: A violência silênciosa
Zaida;
A pior de todas as violências. O Manto invisivel da Dor, que se abate sobre a nossa mente.
Não se vê, mas doi muito.Penetra na alma, destroi qualquer tentativa de vencer.
Gostei!
Re: A violência silênciosa
Parabéns pelo belo texto.
Gostei.
Um abraço,
REF