Indiferença
Já não te espero
Não significando que te esqueci
Apenas não quero
Perder-me em espera sem fim
Já não te maldigo
Por deixares-me assim
Já pouco sinto
Do resto de ti em mim
Já perdi tanto
Já não doe-me perder a ti
Já derramei pranto
E reclamei do que me iludi
Agora vejo-me com espanto
Congelado nas emoções
Eu que te amei tanto
E agora...
já nem doem-me as recordações
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Monday, April 20, 2009 - 20:03
Poesia :
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