Vingança o erro que se consome sem fogo.
Insônia pequena de pobre
Fica pintado no bosque
Rastros de caminhos enormes
Onde dorme o monstro
Passa o estrada dos nobres
Pedras de ouro e cobre
Ficam na caverna da fera
E ele dilacera,
curiosos, e grandes ambiciosos
Atraz do ouro, e do tesouro
Contido dentro da caverna
Que vira história em toda taverna
Onde passa os viajantes
Fica em instantes,
Grande agônia e medo
Pelo monstro em segredo
Ele dorme acordado
Sempre ressabiado
Empaciente,
mais um dia derrepente
Ele volta a sua casa
Encontra grande brasa
Tudo em fogarel
O mostro revoltado
Fica por um segundo
Atordoado, pois
Se estufa de raiva e depois
Vai a cidade vingar tua parte
E assim reparte, cada um
Com socos e pontapés, cabrum
Cada um voa sem jejum
Quando o monstro arrasa a cidade
Volta para sua sociabilidade
Pois nota que o fogo havia começado
Por causa de teu pequeno assado
Que passou o tempo de prepapro
Sem ficar ao amparo, desse disparo
Ele pega sua carne crua e a come nua
Sobre a noite da lua, e perpétua
Sozinho sua vingança
Onde não ha dança, nem esperança.
Vingança o erro que se consome sem fogo.
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Comments
Re: Vingança o erro que se consome sem fogo.
Gostei como contas essa história. A rima cresce a medida que a intensidade do sentimento adensa-se. Gostei muito.Mas como já te disse, merecia uma revisão. Do ponto de vista de sentimento e desenvolvimento muito interessante.
Grande abraço.
Re: Vingança o erro que se consome sem fogo.
SOU CONTRA TODO TIPO DE VINGANÇA, MESMO QUE AS VEZES TEMOS QUE NOS CONTER, PARA TAL NÃO ACONTECER!
Meus parabéns,
Marne