LIBERTAR-ME
Nessa angustiosa lida
De não ter nem mesmo a mim...
Vago a esmo e perdida
Tentando cicatrizar feridas
Que sangram sem ter fim,
Não vislumbro saída,
Nem uma réstia de luz...
E numa prisão que me cala o verbo d’alma
Sem poder s’expalhar
Em sentimentos, hoje represados,
E então desabrochar o mundo pra mim.

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Monday, January 25, 2010 - 09:34
Poesia :
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Comments
Re: LIBERTAR-ME
A CALMA, A PACIÊNCIA DO POETA, JUNTO COM A MAGIA DE SUA PENA, É O SEU TRUNFO, MESMO DEPOIS DE UMA LONGA ESPERA!
Meus parabéns,pelo lindo Poema,
Marne
Re: LIBERTAR-ME
Grata por sua atenção
e comentário ao meu trabalho.Volte sempre!
Beijo no coração e n’alma,
Mônicka Christi.