ANALOGIA
Vou te passar cantada,
Uma que nunca levou,
Não do anjo que quebrou a asa,
E na terra ficou.
Que tal do botão da rosa,
Aquela que cultivei,
No jardim da minha casa,
Lugar onde plantei.
Que planta rara é esta,
Vou ter que desvendar,
Espinho no caule não resta,
Flor linda a desabrochar.
Seu cheiro me lembra infância,
Onde costumava brincar,
Inebriava a fragrância,
Do seu corpo a desfilar.
Esta é pra minha amada,
A musa do meu prazer,
Pessoa a ser citada,
Nos poemas que escrever.
Então se sinta dona,
Das flores que vislumbrar,
Você que é lindona,
Com todas merece ficar.
Rogério Ramos, descobri que as palavras me encantam e podem também agradar.
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Sunday, July 11, 2010 - 01:29
Poesia :
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