TEMPO
Sou angústia de espera. Estou sentada no meio fio, no mormaço, esperando por uma brisa que chega de meia em meia-hora.
Nuvens...
Muitas delas! O tempo fecha de repente.
E caem ponteiros que inundam o asfalto.
Observo apenas.
Levanto-me encharcada pela chuva.
Da angústia.
Da espera.
Da areia.
Do mormaço.
Dos ponteiros.
Das nuvens.
Do asfalto.
Do meio-fio.
Da ampulheta.
Da brisa.
Do tempo, do tempo, do tempo...
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Saturday, March 6, 2010 - 23:01
Ministério da Poesia :
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