Aparecida
Aparecida não quero discursos fantasticos
Conversas repetidas como de antigos engates
Já não brilho no fundo do meu olhar
Na verdade já nem tento brilhar
Aparecida conta-me a tua história
Ou aquilo que te vem a memória
Já desisti de discursos culturais
Depois das duas só quero conversas banais
Aparecida cuidado com a perna
Se te atiras demais mando-te a merda
Já cansei de sexo por carência
Já deixei-me dessa demência
Aparecida não me dês teu telefone
Nem te esforces para fixar meu nome
Quero apenas te encontrar numa explanada
E encher meu tempo cheio de nada
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Saturday, January 17, 2009 - 17:59
Poesia :
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Comments
Re: Aparecida
Um poema escrito com alma!
:-)
Re: Aparecida
Espero que ela apareça e encha o teu tempo...
Gostei deste poema tão cheio de tudo.
Beijo Desaparecido!