Memória manchada

Enquanto eras sempre tão cheio de vida
Disto chamado vida eu vivo cheio
E, crê, não há muita gente que duvida
De que não é de algo vivo o meu recheio...

Nada mais a memória não olvida
E quando os nossos versos eu releio,
Onde eu cria encontrar conforto a meu anseio,
Em meu seio eu encontro outra ferida...

Da forma como súbito partiste,
Meu amigo, muito me deixaste triste,
Porém não pelo simples ter partido:

Choro à tua lápide estalactites
Por não deitar às estalagmites
Contigo: por que de me trair ter vivido?!
15 de setembro de 2012  -  11h 46min
Natal  -  Rio Grande do Norte  -  Brasil

Adolfo J. de Lima

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Lunes, Septiembre 17, 2012 - 12:00

Poesia :

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