O JULGAMENTO
No silêncio o verso me corteja
Busco a poesia no mesmo ambiente
Na busca de um tema diferente
Sem arrogância e tampouco sobeja
Até o meu fim assim quero que seja
Eu ser fiel à minha consciência
Ter sempre tolerância e paciência
E um pensamento que ninguém maneja
Com minha liberdade aqui presente
Procuro ao menos ser equilibrado
Quando vejo inocentar culpado
E condenar alguém que é inocente
Eu reconheço que já fui contente
Ao ver o pobre ser reconhecido
Porém quem erra deve ser punido
Mas vejo “igual” tratado diferente
Lamento ver meu país dividido
Por dois lados que com unhas e dentes
Ao mesmo tempo iguais e diferentes
Defendendo político bandido
Quando às vezes eu me sinto perdido
Para o ponto de partida regresso
Pergunto pela “ORDEM E PROGRESSO”
Escrito na bandeira sem partido
Sérgio da Silva Teixeira
Bagé/RS.
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