Dentro de nós, outros…

Dentro de nós,
Dão-se casos de vidas serem validadas
Por nós-outros, como que por acaso,
Conhecemos ao caso todas as coisas
Que logo dependem de nós, nem saberíamos
O que eram, caso deixassem de ser,
Nem descobrir sob a casca da realidade,
O tal lume, donde se extrai a fantasia
Que pode ficar escondida o tempo todo,
Por indiferença uns aos outros ou então
Por negligência de mau atleta ou estafeta
Pouco Olímpico. Dá-se o caso da vida
Ser imperecível, nos que a desdobram
Sob a pele e o motivo do outro, afirmam
Alto e bom som, da vontade de sermos
Unidos nos momentos felizes ou difíceis.
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
Jorge Santos (24/03/2015)
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Ministério da Poesia :
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O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.
O que me inquieta é o que não
O que me inquieta é o que não dou conta
Que existe e o que faz com que não saiba
Ou sinta eu, que possa não reinventar o sonho
Dez mil milhões de vezes ou mais,
Sem ser demais o que somamos dentro
De nós, d’outros.