SETEMBRO PRESENTE
Setembro assumiu o posto
Sem ninguém vê-lo chegar
E no tempo vai passar
Como passou o agosto
Não sei se tem cara ou rosto
Mostre a foto quem tiver
Pois nesse caso é mister
Pra fazer verso rimado
Ver se a cara é de barbado
Ou rosto de uma mulher
Tentando a justa partilha
Em registro, lado a lado
Deixo pra ser comparado
Com mulher, o Sol que brilha
Para não sair da trilha
E a rima não fica manca
Enquanto o verso não tranca
Também deixo registrado
Como a cara de um barbado
O céu mostrando a carranca
Foi assim outra chegada
De setembro e outro dia
Do Sol na manhã que havia
Não restou na tarde, nada
Porém foi fotografada
Manhã, tarde, início e fim
Tempo bom e tempo ruim
Que assim segue eternamente
Diferente infelizmente
Quanto a nós e quanto a mim
Meu passatempo eu tempero
Buscando no imaginário
Algo além do necessário
E atrás disso eu me esmero
Verdade e ilusão que gero
Desfrutando a liberdade
Vício e necessidade
Nesse mundo, caos à beira
Que no fim, queira ou não queira
A vida é efemeridade.
Sérgio da Silva Teixeira
BAGÉ/RS/BRASIL
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