Do que tenho dito …

Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
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Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
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Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
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Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
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Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
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