Do que tenho dito …

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Submited by

Viernes, Noviembre 24, 2023 - 09:09

Ministério da Poesia :

Su voto: Nada Promedio: 5 (1 vote)

Joel

Imagen de Joel
Desconectado
Título: Membro
Last seen: Hace 1 semana 3 días
Integró: 12/20/2009
Posts:
Points: 43902

Comentarios

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Imagen de Joel

Do que tenho dito … Assim não

Do que tenho dito …

Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,

Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício

Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …

“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.

Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.

Joel Matos (Dezembro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com

Add comment

Inicie sesión para enviar comentarios

other contents of Joel

Tema Título Respuestas Lecturas Último envíoordenar por icono Idioma
Ministério da Poesia/General Inteiro e completo 1 3.523 02/20/2018 - 16:27 Portuguese
Ministério da Poesia/General Continua … 1 1.049 02/20/2018 - 16:26 Portuguese
Ministério da Poesia/General Inalterável a dor … 0 4.027 02/08/2018 - 09:15 Portuguese
Ministério da Poesia/General Lembra-me dois Unicórnios … 0 3.095 02/01/2018 - 09:59 Portuguese
Ministério da Poesia/General A dor é púrpura … 0 3.441 02/01/2018 - 09:59 Portuguese
Ministério da Poesia/General Travisto-me de aplauso 0 3.521 02/01/2018 - 09:56 Portuguese
Ministério da Poesia/General Em lugar primeiro … 0 4.065 02/01/2018 - 09:55 Portuguese
Ministério da Poesia/General As estradas fora d’alcance … 0 4.552 02/01/2018 - 09:52 Portuguese
Poesia/General Assino: DEMO 2 3.558 02/01/2018 - 09:48 Portuguese
Poesia/General longa é a noite em mim... 1 2.775 01/26/2015 - 11:42 Portuguese
Poesia/General Tão natural 0 3.692 10/16/2014 - 08:00 Portuguese
Poesia/General Erva Maldita 2 7.686 08/08/2014 - 15:18 Portuguese
Poesia/General JURO... 0 5.517 02/12/2014 - 16:54 Portuguese
Poesia/General A hora é ,do tempo,a gorra. 0 5.440 02/10/2014 - 17:10 Portuguese
Poesia/General Se eu fosse ladrão roubava 0 4.508 02/06/2014 - 15:54 Portuguese
Poesia/General Voltam não. 0 3.163 02/05/2014 - 20:30 Portuguese
Poesia/General Talvez o sonho do mar seja o meu pensamento. 0 4.608 02/04/2014 - 17:11 Portuguese
Poesia/General Inda que longe pareça. 0 6.584 02/01/2014 - 09:13 Portuguese
Poesia/General O dia em que decidi morrer. 0 6.815 01/28/2014 - 18:18 Portuguese
Poesia/General Curtos dedos 0 3.847 01/27/2014 - 18:58 Portuguese
Poesia/General Imprevisivel 0 6.724 01/24/2014 - 10:03 Portuguese
Poesia/General Noção de tudo ser menor que nada 0 6.504 01/23/2014 - 17:14 Portuguese
Poesia/General Estátuas de cal-viva. 0 3.572 01/21/2014 - 16:52 Portuguese
Poesia/General Poeta acerca 0 4.402 01/14/2014 - 17:38 Portuguese
Poesia/General O ruído da rua... 3 3.629 12/04/2013 - 21:08 Portuguese