Do que tenho dito …

Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 4346 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/General | Lost Priscilla | 0 | 4.499 | 01/09/2011 - 19:53 | Portuguese | |
| Poesia/General | Inspiração | 0 | 5.116 | 01/07/2011 - 17:38 | Portuguese | |
| Poesia/General | Maré Mingua | 0 | 4.423 | 01/07/2011 - 17:36 | Portuguese | |
| Poesia/General | O da Chave | 0 | 4.816 | 01/07/2011 - 17:02 | Portuguese | |
| Poesia/General | Teima...Teima | 0 | 3.222 | 01/07/2011 - 17:00 | Portuguese | |
| Poesia/General | Juntei sobras | 0 | 5.785 | 01/07/2011 - 16:59 | Portuguese | |
| Prosas/Lembranças | Feitiço da Terra | 0 | 5.535 | 01/07/2011 - 16:56 | Portuguese | |
| Poesia/General | Feitiço da Terra | 0 | 5.068 | 01/07/2011 - 16:55 | Portuguese | |
| Poesia/General | Nem Que | 0 | 5.119 | 01/07/2011 - 16:53 | Portuguese | |
| Poesia/General | Flor Bela | 0 | 4.278 | 01/07/2011 - 16:52 | Portuguese | |
| Poesia/General | Manhã Manhosa | 0 | 3.848 | 01/07/2011 - 16:51 | Portuguese | |
| Poesia/General | Panfleto | 0 | 3.046 | 01/07/2011 - 16:49 | Portuguese | |
| Poesia/General | Pátria minha | 0 | 5.721 | 01/07/2011 - 16:48 | Portuguese | |
| Poesia/General | Quero fazer contigo ainda muitas primaveras... | 0 | 7.457 | 01/07/2011 - 16:47 | Portuguese | |
| Poesia/General | O templo | 0 | 3.626 | 01/07/2011 - 16:46 | Portuguese | |
| Poesia/General | cacos de sonhos | 0 | 4.213 | 01/07/2011 - 16:44 | Portuguese | |
| Poesia/General | O Triunfo do Tempo | 0 | 4.093 | 01/07/2011 - 16:36 | Portuguese | |
| Poesia/General | Nau d'fogo | 4 | 6.787 | 01/07/2011 - 09:06 | Portuguese | |
| Poesia/General | Carta a uma poeta | 4 | 3.860 | 01/06/2011 - 14:00 | Portuguese | |
| Poesia/Gótico | Dò,Ré,Mi... | 1 | 3.952 | 12/30/2010 - 13:16 | Portuguese | |
| Poesia/General | Príncipe Plebeu | 1 | 4.230 | 12/29/2010 - 21:29 | Portuguese | |
| Poesia/General | Tenho saudades de quando ignorava que havia mundo… | 1 | 5.075 | 12/29/2010 - 21:26 | Portuguese | |
| Poesia/General | buracos de alfinetes | 2 | 6.029 | 12/22/2010 - 21:53 | Portuguese | |
| Prosas/Otros | o transhumante | 0 | 4.012 | 12/21/2010 - 22:11 | Portuguese | |
| Prosas/Otros | N2 | 0 | 8.425 | 12/21/2010 - 22:08 | Portuguese |






Comentarios
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com