A SECA, A VERTENTE E O VERSO
A seca é de preocupar
Depende a sobrevivência
Da chuva, por ser a essência
Que a sede pode matar
É a natureza a cobrar
Da imbecilidade humana
Que a si própria engana
Destruindo o próprio lar
-
Já é meio, o meio ambiente
Que devia estar inteiro
Como era “de primeiro”
Diferente do presente
Porém onde existe gente
Discórdia sempre se cria
E apenas a minoria
Desse fato está consciente
-
Reina o “senhor dinheiro”
Deus da pobre economia
Que mantém a maioria
Explorada o tempo inteiro
Faz de janeiro a janeiro
Poluição, desmatamento
E a guerra para o sustento
Do capital financeiro
-
Mas a chuva chega um dia
Como um dia parou
Diferente, um dia vou
Pro caminho de uma via
E a vertente que havia
Dos meus versos, se despede
Pois irá morrer de sede
Eternamente vazia.
Sérgio Teixeira
BAGÉ/RS/BRASIL.
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