Mesmo que ninguém me leia.

Quero escrever,
Mesmo que ninguém me leia,
Mas eu quero e preciso escrever.

Quero dar asas a pensamentos
E sentimentos que me invadem por completo.
Quero que as palavras saiam
De minha alma e alcem rumo
Ao voo da liberdade,
Quero a paz das palavras
Escritas com verdade.

Quero que madrugadas em claro
Virem poesias,
Quero que a alma de um poeta
Seja valorizada algum dia.
Quero poetizar tudo,
Inclusive as utopias.

Sonhos improváveis escreverei,
Situações inimagináveis descreverei,
Serei eu o poeta das aventuras e desventuras,
Mesmo que ninguém me leia,
Ainda assim, serei eu.

Ser lido não me faz poeta,
Dar vida as palavras
Que inquietantemente imploram
Por fuga, sim.

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Lunes, Julio 19, 2010 - 07:48

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Brunorico

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Re: Mesmo que ninguém me leia.

inicialmente, o silencio e uma folha em branco que reclama a alma do poeta e um momento que se sobrepõe à plateia. depois, a união das palavras que se impõem com o sentimento. por fim o poema que vive e permanecerá no tempo.

abraço

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