Ter... mesmo sem poder
Tenho sede de escrever
Tenho sede de amar tudo que está ao redor
Há muito campo a percorrer,
Há muito a ceifar, a amargar.
Tenho sede de contar
Tenho sede de a todos dizer o que sinto
Há bem sei muita vontade de gritar,
Mas sinto uma corda a abafar o meu já "sussurro"...
Tenho sede de viver
Tenho sede de possuir a verdade nas entranhas
Há muito o que desprezar nesse pó que respiro,
Aspirar o polén só me traz rinite ...
Tenho sede de beber
Tenho sede de tocar a doce fonte que passar
Há sei muita seiva a escorrer,
E não se deve exigir gosto quando se tem sede...
AjAraújo, o poeta humanista, escrito em novembro de 1975.
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Domingo, Agosto 22, 2010 - 22:10
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Tenho sede de beber Tenho
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Tenho sede de tocar a doce fonte que passar
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