Espírito de um Natal bem humano...

Que o Espírito do Natal
Esteja sempre presente em nossos lares,
Em nossas mentes e corações

Trazendo a paz e a harmonia,
Sensibilidade em perceber as diferenças
Sabedoria ao fazer nossas escolhas

Irradiando luz em nossos caminhos
Solidariedade para ajudar os necessitados
Serenidade para aceitar as mudanças

Renovando a energia de nossas baterias físicas
Recarregue as vibrações positivas
Apazigue os nossos espíritos inquietos

Saudando a cada um dos presentes, como irmão
Alimente com o vinho e o pão,
A sagrada ceia da noite de Natal

Vivendo no limite das possibilidades modernas
Descarregue agora o fardo dos nossos dias cansados
Doe o que tem de mais precioso: o gesto de amor.

Presentes abertos, lágrimas e sorrisos
Lembranças queridas, aperto no peito
Mas, sempre uma vida que re-nasce

A todos nós, um brinde fraterno
E um humilde agradecimento
Pelo fato de:

Sermos o que deveras somos,
Humanos, demasiado humanos

De querermos mais do que necessitamos
Humanos, demasiado humanos

De suportarmos o que padecemos
Humanos, demasiado humanos

De vivermos o que podemos,
Humanos, demasiado humanos

De lutarmos pelo que acreditamos
Humanos, demasiado humanos

Goiânia, 24 de dezembro de 2010.

AjAraújo, poema de Natal, inspirado em Charles Dickens e em G. F. Nietszche.

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Viernes, Diciembre 24, 2010 - 23:41

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