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Amor de ostra

Nunca soube como as ostras amam.

Sei que elas tem um jeito suave de estremecer
diante da vida e da morte.

Tens um jeito de acomodar teu corpo ao meu
como na concha.

Eu não sabia como as ostras amam
até que duas pérolas brotaram de teus olhos
no mar de cama.

Affonso Romano de Sant'Anna.

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sábado, setembro 17, 2011 - 12:50

Poesia :

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AjAraujo

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