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CARTA À HUMANIDADE, TERRÁQUEOS E OUTROS

Estamos errados quando falamos do fim dos tempos.

Todas as gerações o falaram. Todos o pensaram através das coincidências entre textos bíblicos e acontecimentos a decorrer durante e nas suas vidas. Que eram mais difíceis do que as nossas actuais. As gerações que seguirão o falarão, irão sempre pensá-lo consoante as correntes das sociedades, de tudo quanto seja terráqueo. Irão falá-lo e pensá-lo com mais facilidade do que nós neste momento. E se não o fizermos agora, a eles será um pouco mais que difícil… Será impossível. É este o momento…

O único lugar para poderemos fugir, é para dentro de nós, acreditar, fazer com que seja possível. É possível, é tão fácil como pensar nisso. E não é nada que esteja longe, está sob os nossos pés, rodeia-nos!
 
E mais errados ainda estamos, quando nem que só por micróbios amarguemos um breve sabor amargo a qualquer tipo de medo que evoque o fim do mundo nos recônditos da alma. Sim, porque nós ainda temos alma. Aquilo que está por de trás dos olhos. Que nos move. Que continuará sabe-se lá por onde!

Ide para a rua, olhai as pessoas, tocai as coisas, misturai-vos com o planeta. Apreciai
outros seres. Vejam como é tão bom sentir a vida que nos rodeia! Olhai como um cão vadio se passeia por entre nós sem que se saiba o seu nome. Podemos aprender a ser como ele, ou quase. Pelo menos não temos necessidade de fazer as necessidades fisiológicas no meio do passeio. Não temos dono, contudo temos as nossas dificuldades como esse cão vadio sem nome.

Uma vez que saímos à rua, vamos sorrir para as pessoas, ver como são tão bonitas quanto nós. Porque lhes sorrimos, porque o nosso olhar está com eles e, principalmente porque coabitamos a mesma casa.

“Dos outros podes tu aprender todas as espécies de ciências, mas a evidência é aquilo que não podes aprender senão de ti mesmo.” ( Lanza Del Vasto)

E não é evidente que estamos a matar o planeta?! Esquece o fim do mundo. Lembra-te, é o fim do planeta. O mundo não acaba, seguirá com ou sem nós. O que acaba sim, é o planeta. Não o mundo. E planeta já não se salva de nós se nós mesmos não nos
ajudarmos em uníssono a sobreviver nele, sugando-lhe a vida sem o matar.

Se cada um de nós humanos não fizer a diferença, então aí sim, seremos todos defuntamente iguaizinhos. Todos num resto amontoado de ignorância.

Lixo do que há quatro centos mil anos a Terra tem sido para nós…

… UMA MÃE! UM COLO! A VIDA!

A Humanidade está a repousar numa bomba relógio. Se a grande maioria dos cientistas mundiais tiverem razão, temos apenas dez anos para evitar uma grande catástrofe, a qual pode destruir o nosso planeta com condições meteorológicas agressivas, inundações, epidemias e ondas de calor que ultrapassam tudo o que já passámos.

Vou contribuir com a minha parte…
E vós? Se não ides, dai já um tiro na cabeça!

 

 

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sábado, outubro 22, 2011 - 21:23

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Henrique

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