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Epidemia mais cruel

Epidemia mais cruel

Somos o maior vírus da floresta.

A bactéria da corrupção.

Somos o mal explorando os
irmãos.

O demônio da pedofilia.

O verme com taras escondidas.

A doença assassina que compra
jovens meninas.

O bicho que enriquece sem dó
e sem prece.

O ser que ainda escraviza o pobre.

O ser sem camisa ou de tudo que
não tem e precisa.

A epidemia nova e com modos
operantes e diferenciados.

O H1n1 que mata em pouco tempo.

O cruel que deixa de ser um ser sem
sentimentos.

O tiro que acerta a toda hora com o pré
conceito da desigualdade.

O sórdido que esconde a verdade.

O ser que mata com o descaso, o
poderoso que se descobre o fútil
miserável e horroroso dentro de si.

A praga mais constante, os seres que
agrupam-se pra roubar-te com o ar
honroso.

Que canta o hino esticado e entusiasmado.

O câncer já por todo o sempre esparramado.

O NOVO POETA. (W.Marques).

O NOVO POETA. (W.Marques).

Submited by

quarta-feira, agosto 19, 2009 - 15:14

Poesia :

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onovopoeta

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Comentários

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Re: Epidemia mais cruel

a verdade sempre bem dita do teu lado, grande inspiraçao, duras palavras. gostei imenso

imagem de analyra

Re: Epidemia mais cruel

é verdade. O pior...sem previsão de vacina...
Mas há uma esperança, quem sabe as almas poéticas se levantam e o mundo muda?
Não podemos é deixar de agir em movimento contrário no nosso micro universo.
Beijos

imagem de MariaSousa

Re: Epidemia mais cruel

O Homem é tudo isso, sim!

Compete-nos a nós, a cada um de nós fazer a diferença,

Gostei deste poema.

Bjs

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