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Natal, violino e o homem
Faces pálidas
e mãos esquálidas
aplaudem o violinista
e pedem que a dor lhe assista.
O Homem e sua melodia
preenchem o saguão.
Preenchem cada vão
e angústias se escondem no desvão.
O dor muda de lugar
porque a fila anda,
mas já é frágil,
como flor na guirlanda.
A morte já não é eminente.
Alguns, acreditam-na ausente.
E quase todos,
que viver é mais urgente.
Dedicado ao Homem, que com seu violino, espalhou-nos
um pouco de Natal.
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quarta-feira, dezembro 16, 2009 - 00:58
Poesia :
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Comentários
Re: Natal, violino e o homem
Feliz quem tem o dom de espalhar felicidade.
Fê-lo o violinista.
Fizeste-o tu.
Abraço
Re: Natal, violino e o homem
"A morte já não é eminente.
Alguns, acreditam-na ausente.
E quase todos,
que viver é mais urgente."
Muito verdadeiro!
Abraços
Re: Natal, violino e o homem
Pai,
Agradeça ao violinista por mim. Que ele possa espalhar a vida e alegria sempre.
Parabens por tua dedicatória.
Bjs
Sua Filha
Re: Natal, violino e o homem
LINDO, LINDO!
VIOLINO SEMPRE É LINDO COM SUA MÚSICA, EM QUALQUER SITUAÇÃO, EM QUALQUER LUGAR QUE É TOCADO, ENCANTADO FICA O MESMO!
Meus parabéns,
MarneDulinski
Re: Natal, violino e o homem
Com a música, no caso tirada do violino, o homem pode viabilizar um pouco as tensões do dia-a-dia, e com isso enfeitar muito mais o Natal.
Ótimo poema.
Um abraço,
REF
Re: Natal, violino e o homem
De uma sensibilidade linda!! Abraços