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O Ser consumado

Começo este poema sem lágrimas
Tão seco é meu corpo e azedas as palavras
Que venho lapidando sem glacê, sem graça!
Tralha! Gritei na dor de "ver-me" assim

Desnutrido, combalido no auge da flor
Sem afeto meu Ser repleto de torturas
Sem amor vivendo de amarguras e urros
E na lassidão de meu desejo enxergo turvo

Todas as coisas perderam seu brilho!
Toda minha inocência perdida no casulo
Todo sorrir agora é manchado e feio

Vês? O tempo passa mesmo estando em casa
Vejo cada vez mais próximo o findar
Dessa mentira que chamam de existência!

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terça-feira, setembro 22, 2009 - 17:17

Poesia :

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Dav-Rodrigues

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Comentários

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Re: O Ser consumado

Dav,

Os percalços fazem parte da vida! As tristezas precisam ser por nós digeridas! Jamais se entregue! Tudo na vida vale a pena! Fica em paz!

imagem de MarneDulinski

Re: O Ser consumado

Dav-Rodrigues!
O Ser Consumado

Vês? O tempo passa mesmo estando em casa
Vejo cada vez mais próximo o findar
Dessa mentira que chamam de existência!

Poeta achei o teu poema ótimo, mas me deixa muito triste em velo com essa tristeza; os problemas são subjetivos as
vezes, mas te querendo bem me atrevo; olhes a vida diferente, aproveites hoje 18:19hs. a Primavera esta entrando, é a estação da renovaçÃO, das flores e amores, de novas vidas.Aproveites este embalo e penses na vida diferente e sejas feliz!
Com carinho,
MarneDulinski

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